sábado, 9 de julho de 2011

pausa

  Estive pensando em muitas coisas. Na verdade, acho que o que mais tenho feito ultimamente é pensar, mas controlo-me para focar apenas no que devo.

  Serei sincera: desanimei inúmeras vezes esse ano. Não sei se por cansaço, falta de confiança, confusão, ou por tudo isso junto. Tenho medo de não estar fazendo as coisas do jeito correto, de não conseguir alcançar meu sonho. Esse ano agora vem mostrando sua forma e percebi que as coisas não são tão simples quanto pensei. O cansaço físico e mental bateu, e com ele veio o desapontamento e minha própria cobrança. Quero ser maior e sei que posso, mas é difícil.

  Não estou me julgando ou condenando por nada. O problema é a incerteza; detesto tudo o que é inseguro e só agora me dei conta disso. O que escrevo hoje não é direcionado a ninguém, mas a mim.

  O que me impulsiona são justamente os obstáculos. Sempre pensei que somos merecedores daquilo pelo qual lutamos. Se não há luta, não há valorização. Consolo-me ao pensar que os acontecimentos certos vêm quando estamos preparados para encará-los e fazer deles o melhor que possam ser.

  Preciso de pequenas “férias” para me recompor, deixar de lado essa preguiça de tudo que me tomou nas últimas semanas e continuar persistindo. Quando penso em cair, olho através do tempo e me projeto para um futuro no qual me orgulharei um dia.

Um comentário:

  1. Ah, nunca sei o que dizer aqui. Esta escrita foi tão reflexiva, e cada vez mais consigo me identificar muito com o que você diz. "Sempre pensei que somos merecedores daquilo pelo qual lutamos. Se não há luta, não há valorização."
    É incrível como consigo me identificar tanto com este texto, adorei (;
    beijos, Larah

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