sábado, 5 de dezembro de 2009

Finally, I'm back !

  Oii pessoaas (:
  Eu sei, eu sei, ando bem sumida ! Maaas, as aulas estão acabando e semana que vem já to de férias, que felicidade. Só fiquei em Química ¬¬.
  O blog anda meio largadinho, é verdade, mas nem adianta eu postar quando não to inspirada, vai ficar totalmente sem graça. Além disso, não quero que isso se torne uma obrigação, então, eu vou tentar postar sempre, mas não com tanta frequência (isso faz algum sentido ? ) .
   Deixando minha vida de lado...



  Fearless
  Ele tinha medo.
Talvez fosse seu pior defeito, essa sensação que sempre aparecia quando estava diante do desconhecido.
Ele simplesmente se apavorava, entrava em pânico.
E sempre isso o atrapalhava, o prejudicava.
Não conseguia pensar direito.
Apesar disso, não era com o desconhecido que ele se deparava agora.
Aliás, ela era bem familiar. Ele a amava tanto!
Por tudo o que tinham conversado, rido, chorado, gritado...
E no entanto estava com medo de sua reação, seu erro tinha sido insuportavelmente grave e impensado.
Não queria perder o que conquistara.
Mas aquela sensação o consumia por dentro, ele procurava maneiras de adiar aquele momento de qualquer jeito.
Como ela reagiria quando soubesse o que ele havia feito?
Não tinha coragem, era um medroso.
Onde estava aquela coragem toda que ele insistia em dizer que tinha?
Sempre disseram a ele que enfrentasse as coisas, como um homem devia fazer.
Nada de adiar as coisas pra última hora, o que tinha que ser feito, devia ser feito o mais rápido possível.
Ora, era tão fácil falar!
'Não seja medroso, não adie as coisas!'
A verdade é que ninguém é tão corajoso a ponto de não ficar pensando em mil situações antes de tomar uma decisão.
Adiamos o que for por um bom tempo.
Por puro medo.
Medo de arriscar, perder, decepcionar, falar, enfrentar.
Medo de agir.
E tá aí, nosso maior erro.
Medo.
As coisas seriam mais fáceis se fôssemos mais bravos, não?
Ele não sabia por onde iria começar, mas tinha que fazer.
Sentia que ia explodir caso adiasse por mais algum tempo o que precisava dizer.
Então, começou a ensaiar, era inevitável...
''Vicky, preciso dizer uma coisa... Me desculpe, eu não pretendia. Foi algo não programado e que sei que vou me arrepender pro resto da vida.''
Não, não ia ensaiar droga nenhuma!
Nunca fora bom em gravar coisas, ia gaguejar e atropelar as palavras.
Era melhor simplesmente falar. Sem programar nada.
Ou talvez...
Diziam que quanto mais rápido, menor a dor.
Será que era verdade?
Imaginou-se falando.
''Vicky, eu engravidei uma garota.''
E conseguiu imaginar as lágrimas que brotariam em seus olhos.
Não consegui pensar em mais nada.
Só pegou suas coisas e tirou o carro da garagem.
Contaria tudo a ela.
E tinha que ser agora.
Sentia que não podia mais suportar o bolo que se formara em sua garganta.


   Apesar de curto, eu gostei do texto. Eu preciso falar que escrever é como uma terapia pra mim. E faz muito bem.
  Ah, ia esquecendo... Toda segunda-feira eu posto uma coluna nesse blog : www.thefoxtimes.blogspot.com .Falo sobre comportamento, é bem leagl. Cada dia uma pessoa diferente posta sobre determinado assunto, vale a pena ver (:
  Vou indo que ainda tenho que dar aquela estudada em Nomenclatura, Geometria Molecular e afins.
   Beijos , até !

Um comentário:

  1. meninaaa adorei o novo visu do blog!
    e claro os textos deixam ele mais belo ainda!!!
    beijoss!
    PS: continua arrasandooo!

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